domingo, 28 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Exemplo??
Juíza aposentada ignora abordagem policial e bate em sete carros no RS
Magistrada tinha sinais de embriaguez, segundo a polícia. Ninguém ficou ferido
G1
Uma juíza aposentada de 53 anos bateu em sete carros depois de ignorar a abordagem de policias que faziam fiscalização de veículos, em Porto Alegre (RS), no início da madrugada deste sábado (20). Ela se negou a fazer teste do bafômetro e foi liberada. Ninguém ficou ferido.
Segundo a delegada plantonista da Delegacia de Trânsito da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Clarissa Rodrigues, a juíza aposentada estava parada em fila dupla com carros estacionados. Policiais militares que trabalhavam em uma operação de fiscalização próximo ao local abordaram a juíza e pediram para ela sair do carro. A ordem foi ignorada e ela acelerou o veículo, de acordo com os policiais.
Um carro que estava mais à frente, com motorista e passageiros, foi atingido pelo veículo da juíza. Após a colisão, ela ainda bateu em mais seis carros que estavam estacionados. Ninguém ficou ferido. Policiais militares perseguiram o veículo e conseguiram fazer a juíza parar.
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Segundo a delegada, os policiais tiveram que tirar a magistrada do local porque ela corria o risco de ser linchada por frequentadores dos bares da rua. Ela se negou a fazer o teste do bafômetro e foi encaminhada para a Delegacia de Trânsito.
"Ela se negou também a fazer a coleta de urina e de sangue, mas foi submetida a exame clínico, que foi inconclusivo, já que não se soube precisar o que ela tinha ingerido, mas apresentava sinais de embriaguez. Estava com sonolência, mal conseguia ficar em pé, não conseguia articular as palavras e apresentava hálito de quem tinha consumido bebida alcoólica", afirma a delegada Clarissa Rodrigues.
A juíza foi liberada já que o exame clínico foi inconclusivo, segundo a delegada. A magistrada irá responder a inquérito policial por embriaguez ao volante. Por não ter havido prisão em flagrante, a juíza não teve de pagar fiança, de acordo com a polícia. O carro dela foi apreendido.
Magistrada tinha sinais de embriaguez, segundo a polícia. Ninguém ficou ferido
G1
Uma juíza aposentada de 53 anos bateu em sete carros depois de ignorar a abordagem de policias que faziam fiscalização de veículos, em Porto Alegre (RS), no início da madrugada deste sábado (20). Ela se negou a fazer teste do bafômetro e foi liberada. Ninguém ficou ferido.
Segundo a delegada plantonista da Delegacia de Trânsito da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Clarissa Rodrigues, a juíza aposentada estava parada em fila dupla com carros estacionados. Policiais militares que trabalhavam em uma operação de fiscalização próximo ao local abordaram a juíza e pediram para ela sair do carro. A ordem foi ignorada e ela acelerou o veículo, de acordo com os policiais.
Um carro que estava mais à frente, com motorista e passageiros, foi atingido pelo veículo da juíza. Após a colisão, ela ainda bateu em mais seis carros que estavam estacionados. Ninguém ficou ferido. Policiais militares perseguiram o veículo e conseguiram fazer a juíza parar.
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Segundo a delegada, os policiais tiveram que tirar a magistrada do local porque ela corria o risco de ser linchada por frequentadores dos bares da rua. Ela se negou a fazer o teste do bafômetro e foi encaminhada para a Delegacia de Trânsito.
"Ela se negou também a fazer a coleta de urina e de sangue, mas foi submetida a exame clínico, que foi inconclusivo, já que não se soube precisar o que ela tinha ingerido, mas apresentava sinais de embriaguez. Estava com sonolência, mal conseguia ficar em pé, não conseguia articular as palavras e apresentava hálito de quem tinha consumido bebida alcoólica", afirma a delegada Clarissa Rodrigues.
A juíza foi liberada já que o exame clínico foi inconclusivo, segundo a delegada. A magistrada irá responder a inquérito policial por embriaguez ao volante. Por não ter havido prisão em flagrante, a juíza não teve de pagar fiança, de acordo com a polícia. O carro dela foi apreendido.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Chame a Policia
A democracia exige tolerância e compreensão. Tolerância para se conviver com o outro e compreensão para entender posições e formas de ver e viver o mundo.
A nossa sociedade sempre se dividiu entre aqueles que tudo podiam e aqueles a quem apenas cabia obedecer. É difícil para alguns compreender que os tempos mudaram.
A cada dia que passa, mais e mais avançam todos os segmentos sociais e de maneira mais sensível aqueles a quem, até pouco tempo, cabia apenas subordinar-se. Aceitar passivamente as ordens superiores.
Os costumes mudaram. Os velhos ensinamentos, aqueles que apontavam para um mundo extraterreno sempre que a dor e a fome atingiam a muitos, deixaram de conter substância. Perderam as raízes.
Os velhos curas - padres de aldeia ou de bairros - já não podem preservar um sermão de dominação. A sociedade se moveu e, dentro de um regime democrático reivindica. Exige. Quer.
Aqui e ali, ainda se notam traços de agressão social em muitos setores. A última campanha foi rica na apresentação deste grave sintoma.
Muitos demonstravam profunda adversidade a candidatos e partidos mais afinados com os interesses populares. Acreditavam que a vitória eleitoral destes poderia conduzir a situação de entropia.
Grave erro. Hoje, só pode levar a rupturas o esquecimento das reivindicações mínimas dos setores carentes. Aqueles que ainda não romperam o patamar da miséria extrema.
Felizmente, nos últimos anos avançou-se muito. Romperam as amarras da miséria absoluta e muitos atingiram situação mínima de dignidade. Falta muito ainda. Mas se houver prosseguimento, tudo mudará.
Resta uma tragédia nacional, combatida, mas permanente em sua atuação. Trata-se da corrupção. É hábito arraigado na sociedade, especialmente entre os mais aquinhoados.
Desejam sempre levar vantagem. Apropriar-se do patrimônio alheio de natureza pública ou privada. Alguns episódios - como os da última semana - entristecem os que acreditam na melhora dos costumes sociais.
Nessa última semana, um banqueiro foi condenado, após muitos anos de processo judiciário ainda passível de recurso. E, concomitantemente, outros banqueiros avançavam sobre bens de clientes.
Não é possível que pessoas encarregadas de finanças alheias ajam como malfeitores de estrada. Este agir fere o mais sensível elemento do capitalismo: a confiança.
É essencial da atividade bancária a confiança que o cliente deposita no banqueiro, quando este fere este princípio - o da confiança - age de maneira desastrada. Não merece qualquer respeito.
As explicações das autoridades monetárias não convencem. Sempre há desculpas pouco verossímeis. Fala-se em impossibilidade ou falta de competência para analisar todos os segmentos contábeis.
Balela. Há uma desmedida confiança nos operadores financeiros por parte das autoridades monetárias. De tanto conviverem, tornam-se inseparáveis e surge uma pseudo confiança.
A palavra do banqueiro passa a valer mais que a verdade real e aí começam os desfalques contínuos. A autoridade monetária não fiscaliza. Acredita. De fiscal, torna-se carneirinho de presépio.
A sociedade gostaria de ver, nos casos de violação da devida confiança, o Ministério Público agir com desenvoltura e eficiência. A Polícia Federal recolher toda a prova das falcatruas. A Receita Federal ser implacável. Não podem as autoridades, sob o pretexto de áreas de competência, deixarem de agir em conjunto. Uma grande operação, com a utilização de todos os elementos disponíveis, se impõe.
A sociedade está cansada de ver "espertos" livremente operando. É hora de uma ação eficaz. O presidente da República, no fim de seu mandato, tem a obrigação de preservar seu nome e seu governo.
Cláudio Lembo
A nossa sociedade sempre se dividiu entre aqueles que tudo podiam e aqueles a quem apenas cabia obedecer. É difícil para alguns compreender que os tempos mudaram.
A cada dia que passa, mais e mais avançam todos os segmentos sociais e de maneira mais sensível aqueles a quem, até pouco tempo, cabia apenas subordinar-se. Aceitar passivamente as ordens superiores.
Os costumes mudaram. Os velhos ensinamentos, aqueles que apontavam para um mundo extraterreno sempre que a dor e a fome atingiam a muitos, deixaram de conter substância. Perderam as raízes.
Os velhos curas - padres de aldeia ou de bairros - já não podem preservar um sermão de dominação. A sociedade se moveu e, dentro de um regime democrático reivindica. Exige. Quer.
Aqui e ali, ainda se notam traços de agressão social em muitos setores. A última campanha foi rica na apresentação deste grave sintoma.
Muitos demonstravam profunda adversidade a candidatos e partidos mais afinados com os interesses populares. Acreditavam que a vitória eleitoral destes poderia conduzir a situação de entropia.
Grave erro. Hoje, só pode levar a rupturas o esquecimento das reivindicações mínimas dos setores carentes. Aqueles que ainda não romperam o patamar da miséria extrema.
Felizmente, nos últimos anos avançou-se muito. Romperam as amarras da miséria absoluta e muitos atingiram situação mínima de dignidade. Falta muito ainda. Mas se houver prosseguimento, tudo mudará.
Resta uma tragédia nacional, combatida, mas permanente em sua atuação. Trata-se da corrupção. É hábito arraigado na sociedade, especialmente entre os mais aquinhoados.
Desejam sempre levar vantagem. Apropriar-se do patrimônio alheio de natureza pública ou privada. Alguns episódios - como os da última semana - entristecem os que acreditam na melhora dos costumes sociais.
Nessa última semana, um banqueiro foi condenado, após muitos anos de processo judiciário ainda passível de recurso. E, concomitantemente, outros banqueiros avançavam sobre bens de clientes.
Não é possível que pessoas encarregadas de finanças alheias ajam como malfeitores de estrada. Este agir fere o mais sensível elemento do capitalismo: a confiança.
É essencial da atividade bancária a confiança que o cliente deposita no banqueiro, quando este fere este princípio - o da confiança - age de maneira desastrada. Não merece qualquer respeito.
As explicações das autoridades monetárias não convencem. Sempre há desculpas pouco verossímeis. Fala-se em impossibilidade ou falta de competência para analisar todos os segmentos contábeis.
Balela. Há uma desmedida confiança nos operadores financeiros por parte das autoridades monetárias. De tanto conviverem, tornam-se inseparáveis e surge uma pseudo confiança.
A palavra do banqueiro passa a valer mais que a verdade real e aí começam os desfalques contínuos. A autoridade monetária não fiscaliza. Acredita. De fiscal, torna-se carneirinho de presépio.
A sociedade gostaria de ver, nos casos de violação da devida confiança, o Ministério Público agir com desenvoltura e eficiência. A Polícia Federal recolher toda a prova das falcatruas. A Receita Federal ser implacável. Não podem as autoridades, sob o pretexto de áreas de competência, deixarem de agir em conjunto. Uma grande operação, com a utilização de todos os elementos disponíveis, se impõe.
A sociedade está cansada de ver "espertos" livremente operando. É hora de uma ação eficaz. O presidente da República, no fim de seu mandato, tem a obrigação de preservar seu nome e seu governo.
Cláudio Lembo
domingo, 14 de novembro de 2010
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